Tanto se ouve agora sobre como educar corretamente, sobre o que pode e o que não pode comer, sim esta correto, temos sempre que nos aperfeiçoar. Ao longo dos anos diversos mitos foram vencidos, o do parto acho que é o mais difícil, ainda gera conflito por causa do medo de sentir dor, dai é coisa pessoal, cada um sabe de sua capacidade, mas se houvesse, no entanto, um empenho maior dos médicos, duvido que esse número absurdo de cesáreas não caísse, mas a medicina, tal qual a farmacologia, dependem disso para viver, remédios e cirurgias tornam os médicos e indústrias farmacêuticas cada vez mais ricas.
Algo que mudei completamente é sobre a alimentação, nunca fui mesmo de 'socar' doce nos meus filhos, mas hoje, realmente, diminui ainda mais. Doces e refrigerantes estão cada vez menos aparecendo na minha casa, eles comem sim, mas em doses muito pequenas e nunca diárias. O refrigerante é um veneno comprovado, os doces trazem açúcares que somente pioram as condições já não muito fáceis das crianças a respeito de seu comportamento, ficam ainda mais elétricos com tanta carga de energia, uma energia que se não for gasta, certamente se transformará em gordura, gerando jovenzinhos obesos.
Educar sempre será a tarefa, de todas a mais difícil, tanto para a mãe que trabalha fora ou para a mãe que trabalha 'dentro', a falta de compreensão com as fases de desenvolvimento infantil, o conceito do - eu fui criada assim e, a pior de todas, o descaso.
Existe uma fórmula ? Não ! Cada família tem a sua, cada um saberá como educar seus filhos, mas tendo em mente certos detalhes, todos se sairão bem. Criar meninas e meninos é a mesma coisa ? Bom, eu tenho os dois e diria que não, não é a mesma coisa! Elas, por natureza são muito mais calmas e eles, muito mais agitados. Meu primeiro filho, o Thomas, sofreu com minha falta de preparo para ser mãe, eu não entendia as coisas da forma como entendo hoje e infelizmente o chinelo cantou várias vezes, não me orgulho em dizer que até hoje a única coisa que o amedronta é isso e a criação dele foi muito equivocada, quis repetir o que me foi passado como certo, criança tem que apanhar pra aprender... e, as coisas não são bem assim, as crianças não precisam apanhar nunca, nós é que precisamos educa-los. Nunca é tarde para mudar de métodos, mas o costume é difícil, vicia... e pega demais no dia dia. Não tem como não deixar escapar um " Se não eu vou te bater!", tenho me controlado demais, ainda dou uns berros, porque realmente o bicho pega aqui. Bom, vamos aprendendo com o dia dia como mudar isso e corrigir os erros.
Um erro somente é um ERRO, quando sabemos que estamos fazendo errado e mesmo assim, continuamos a fazer!
As maiores controvérsias que vejo por ai são nos princípios, uma mãe que se preocupa com o que o filho come, mas não se preocupa com aquilo que lhe ensina.
Não deixa o filho ver desenhos 'violentos', nem jogar vídeo game, mas assiste novela todos os dias com eles e lhe ensinam músicas de palavreado duvidoso.
A mãe que não demonstra nada para a filha de que existe sim um mundo cor de rosa de feminilidade e cuidados, mas que não se preocupa em lhe ensinar coisas como amar os animais, respeitar idosos, dividir, compartilhar...
Eu vejo cada vez mais uma hipocrisia materna crescer nas redes sociais, mães que se auto veneram por praticar diversas atividades que sempre foram muito normais, o que não lhes renderia nenhum mérito nos anos 50 ou 60, mas que hoje as transformam em mártires da maternidade. Toda mãe cuida dos filhos, seja ela a executiva ou a dona de casa, abdicar da carreira ou de cuidar dos filhos em casa, é uma questão PESSOAL, onde não deve existir julgamentos, cada um sabe como se sente feliz e realizado e a máxima do; " o que serve para mim, nem sempre serve para você", é usada nessa questão. Além do mais, vivemos num país pobre, onde temos que trabalhar muito para poder ter o básico, trabalhar nem sempre é uma opção, normalmente não passa de uma necessidade. Então vejo mães condenando outras porque seus filhos aos 4 meses vão para creches e berçários passar o dia todo enquanto trabalham, isso sim é lastimável, um julgamento desnecessário (se é que existe um julgamento necessário!).
Vejo a maternidade como um momento da vida, mesmo sabendo que serei mãe por toda a minha vida, mas os filhos tem necessidades diferentes em cada época de suas vidas e chegará o momento em que eu serei mais a conselheira e expectadora do que a mãe. Quero viver esses momentos hoje, de trocar fraldas, de dar o peito, de ouvir os choros, de acordar na madrugada, de fazer as papinhas, de contar histórias, de ouvir música e dançar juntos, passear no parque... eu quero isso, não vejo outra coisa melhor nesse momento, mas enxergo que isso é transitório, quando eles crescerem, terei de retomar um "Eu" totalmente perdido no tempo, um "Eu" sem essas coisas todas pra fazer, por essa razão acho que mesmo em casa, mesmo sendo essa mãe dona de casa, temos de nos manter ativas, com o cérebro funcionando e nada alienadas sobre o que se passa no mundo. Pois há vida além da maternidade, há outros diversos assuntos além de filhos, há livros maravilhosos que não sejam sobre crianças!!! Acho que no meu caso, mantenho uma vida paralela, seguindo ao lado, para que, no momento certo, ela assuma novamente a direção. Cada coisa à seu tempo.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
A Camila
Esse blog não tem intenção de falar de casamento ou de relacionamento a dois, não cabe mesmo, não é minha intenção, o dia que eu souber tudo a esse respeito, com uns 25 anos de casada, então eu publico o que penso, sinto e enfim...
A gravidez da Camila, que coisa fantástica, em 2008 descobrimos, quanta alegria ! Dessa vez eu decidi que seria tudo diferente do primeiro, porque primeiro filho é uma escola! Essa que é a verdade, nós aprendemos com eles, eles não aprendem muito conosco tá...
Pesquisei a respeito de parto, amamentação, entrei num grupo do orkut de outras mães que teriam filhos na mesma época, no meu caso, fevereiro de 2009, mais precisamente, dia 26.
Li muita coisa a respeito da amamentação principalmente, conversei com pessoas que me ensinaram a preparar os seios, me ensinaram a tomar sol nos bicos, eu tinha tudo planejado!
Acompanhamos a gravidez com meus médicos específicos, proctologista e o obstetra, acharam por bem fazer outra cesárea, assim como no primeiro parto. Eu sou portadora de uma doença inflamatória do intestino, uma doença crônica chamada 'Retocolite Ulcerativa Inespecífica'.
Tomei muito cuidado, a primeira gravidez eu tive a placenta baixa e passei 3 meses mais ou menos em repouso absoluto, fiquei bem preocupada se isso seria algo que acontecesse novamente. Graças a Deus não aconteceu e a gravidez correu tranquilamente.
Preparamos o enxoval, aprendi a bordar ponto cruz, preparei o quartinho dela, sim, descobrimos muito cedo que seria uma menina e o nome; Camila.
Acredito que correu tudo bem durante o parto, porém o pós operatório foi um horror, vomitei demais na primeira noite, na manhã seguinte trocaram minha medicação e passei melhor o dia, a Camila mamou bem no peito, desde a primeira vez, pequena e delicada, ela sugava direitinho.
Fomos para casa, novamente não tive coragem de dar banho, que horror, nem na segunda! Minha mãe estava lá para me ajudar, foram mais 15 dias de ajuda muito bem vinda !
Na segunda semana de vida, notamos a Camila muito amarelinha, então a pediatra solicitou o exame de bilirrubina, o resultado pego no mesmo dia, foi péssimo, ela estava com alto índice de icterícia, foi internada para os banhos de luz. Durante esses dias, a Camila não poderia passar muito tempo fora do berço com a luz, mas ela passava muito tempo mamando, afinal, recém nascido MAMA MUITO ! A pediatra me condenou, disse que meu leite era fraco e que não sustentava minha filha, mandou as enfermeiras prepararem a mamadeira e logo veio aquela praga do NAN. Praga sim.
Durante os dias de internação, meus seios, doloridos de tanto leite, eu tinha que dispensar, não tinha banco de leite naquele hospital, tampouco me deram a ideia de que eu poderia dar o leite na chuquinha pra ela... Bom, não duraria muito aquele martírio de hospital, não é? Foram quase 5 dias internadas e finalmente a alta. Chegando em casa, PEITO, muito peito, dia e noite, porém... a Camila golfava demais, tudo que tomava jogava, na segunda consulta do mês com a mesma pediatra, ela bateu o martelo e mandou dar complemento, a menina não estava na linha de peso para a idade.
Começamos com poucos mls de leite artificial, mas as regurgitações aumentaram, o peito foi ficando de lado... quando finalmente mudei de pediatra, descobrimos que a Camila tinha refluxo. Começou a medicação, bem leve, melhorou muito, mas, ela largou o peito antes dos 6 meses completos.
A Camila é uma daquelas meninas doces, bonequinhas, que gostam de tudo cor de rosa, ela fala de um jeito meigo, sempre foi um bebê bonzinho, conforme ela foi crescendo, ficou mais fofa ainda. Assim como o Thomas, ela também não andou rápido, demorou mais de um ano. E a mãe, não teve pressa novamente. Mas, falar, ela não demorou nadinha!!
Com a Camila realizei meu sonho maternal de cuidar da minha filha em casa, com a ajuda e o apoio do meu marido, nunca mais voltei ao trabalho. Como é diferente a educação, o desenvolvimento, a conexão que temos com a criança, a falta de tantas culpas de falta de tempo, falta de tantas coisas... Acredito muito que grande parte da boa educação da Camila hoje, se deve ao fato de ter sido criada e educada em casa e não com estranhos.
Ela é uma menina muito segura e conforme cresce, vejo traços de uma personalidade forte e muito, muito diferente de algumas crianças e explico facilmente, ela não tem o instinto de 'copiar', sabe, as crianças no maternal são ensinadas em grupo, elas formam fila, elas cantam, dançam, desenham, se desenvolvem em grupo e nem todas escolas (ou quase nenhuma), dedicam tempo para explorar o conteúdo do indivíduo, crianças em idade escolar antes dos 4 anos, tendem a copiar o comportamento dos outros, sejam eles bons ou ruins, pois é assim que se aprende na escola, com modelos prontos de certo e errado e não vivenciando isso no dia dia. Claro que não é uma crítica às mães que deixam os filhos na escola, mas é um comparativo, criança em casa até os 4 anos, não esta perdendo nada, sequer esta deixando de conviver, pois de quem a criança mais precisa em seus primeiros anos ? Dos pais. É com eles que irão aprender a viver em sociedade, a primeira sociedade deles é a família, é aqui em casa que se aprende o certo e o errado, o bom e o ruim. Essa primeira fase da vida com os pais proporciona muita segurança aos pequenos, de serem quem são, sem precisar copiar os amiguinhos, sem precisar ser a mais querida da classe para obter atenção, em casa eles são simplesmente eles mesmos. Além de não precisarem passar pelo trauma da separação, passarem horas a fio chorando, como é o caso de diversas crianças.
A Camila vive com dois irmãos, o Thomas de 6 anos e o Guilherme(meio irmão) de 12 anos, ela consegue viver em harmonia com seu mundo rosa paralelo, nem por isso ela deixa de gostar dos 'bang bangs' de meninos, ela tem os dois mundos, inteirinhos para explorar, tem uma criatividade enorme para contar estórias, inventar amigos imaginários, conversa sobre tudo, pergunta sobre tudo.
Diversos autores defendem que as crianças até os 4 anos não deveriam ir para a escola, porém eu acho que isso depende muito da realidade de cada família e do instinto de cada mãe, há aquelas que não querem abandonar suas carreiras para ser 'apenas' mãe e há as que, como eu, só querem isso. Eu não vejo porque temer a escolha, pois uma mãe feliz e satisfeita com sua decisão será uma mãe maravilhosa em qualquer das hipóteses, mas uma mãe infeliz é um perigo!
Seja lá qual for a opção, ela deve ser de pé no chão, notando que em ambas realidades não será fácil, porque a maternidade não é fácil, ela é um longo caminho de aprendizado, onde nunca saberemos tudo e estaremos quase sempre sem saber nada. A maternidade é feita de experiências, vivências e não de teorias. Nada melhor do que a prática para provar as teorias e o dia dia é bem mais difícil do que se pode imaginar, pois não há nenhum dia igual ao outro.
A gravidez da Camila, que coisa fantástica, em 2008 descobrimos, quanta alegria ! Dessa vez eu decidi que seria tudo diferente do primeiro, porque primeiro filho é uma escola! Essa que é a verdade, nós aprendemos com eles, eles não aprendem muito conosco tá...
Pesquisei a respeito de parto, amamentação, entrei num grupo do orkut de outras mães que teriam filhos na mesma época, no meu caso, fevereiro de 2009, mais precisamente, dia 26.
Li muita coisa a respeito da amamentação principalmente, conversei com pessoas que me ensinaram a preparar os seios, me ensinaram a tomar sol nos bicos, eu tinha tudo planejado!
Acompanhamos a gravidez com meus médicos específicos, proctologista e o obstetra, acharam por bem fazer outra cesárea, assim como no primeiro parto. Eu sou portadora de uma doença inflamatória do intestino, uma doença crônica chamada 'Retocolite Ulcerativa Inespecífica'.
Tomei muito cuidado, a primeira gravidez eu tive a placenta baixa e passei 3 meses mais ou menos em repouso absoluto, fiquei bem preocupada se isso seria algo que acontecesse novamente. Graças a Deus não aconteceu e a gravidez correu tranquilamente.
Preparamos o enxoval, aprendi a bordar ponto cruz, preparei o quartinho dela, sim, descobrimos muito cedo que seria uma menina e o nome; Camila.
Acredito que correu tudo bem durante o parto, porém o pós operatório foi um horror, vomitei demais na primeira noite, na manhã seguinte trocaram minha medicação e passei melhor o dia, a Camila mamou bem no peito, desde a primeira vez, pequena e delicada, ela sugava direitinho.
Fomos para casa, novamente não tive coragem de dar banho, que horror, nem na segunda! Minha mãe estava lá para me ajudar, foram mais 15 dias de ajuda muito bem vinda !
Na segunda semana de vida, notamos a Camila muito amarelinha, então a pediatra solicitou o exame de bilirrubina, o resultado pego no mesmo dia, foi péssimo, ela estava com alto índice de icterícia, foi internada para os banhos de luz. Durante esses dias, a Camila não poderia passar muito tempo fora do berço com a luz, mas ela passava muito tempo mamando, afinal, recém nascido MAMA MUITO ! A pediatra me condenou, disse que meu leite era fraco e que não sustentava minha filha, mandou as enfermeiras prepararem a mamadeira e logo veio aquela praga do NAN. Praga sim.
Durante os dias de internação, meus seios, doloridos de tanto leite, eu tinha que dispensar, não tinha banco de leite naquele hospital, tampouco me deram a ideia de que eu poderia dar o leite na chuquinha pra ela... Bom, não duraria muito aquele martírio de hospital, não é? Foram quase 5 dias internadas e finalmente a alta. Chegando em casa, PEITO, muito peito, dia e noite, porém... a Camila golfava demais, tudo que tomava jogava, na segunda consulta do mês com a mesma pediatra, ela bateu o martelo e mandou dar complemento, a menina não estava na linha de peso para a idade.
Começamos com poucos mls de leite artificial, mas as regurgitações aumentaram, o peito foi ficando de lado... quando finalmente mudei de pediatra, descobrimos que a Camila tinha refluxo. Começou a medicação, bem leve, melhorou muito, mas, ela largou o peito antes dos 6 meses completos.
A Camila é uma daquelas meninas doces, bonequinhas, que gostam de tudo cor de rosa, ela fala de um jeito meigo, sempre foi um bebê bonzinho, conforme ela foi crescendo, ficou mais fofa ainda. Assim como o Thomas, ela também não andou rápido, demorou mais de um ano. E a mãe, não teve pressa novamente. Mas, falar, ela não demorou nadinha!!
Com a Camila realizei meu sonho maternal de cuidar da minha filha em casa, com a ajuda e o apoio do meu marido, nunca mais voltei ao trabalho. Como é diferente a educação, o desenvolvimento, a conexão que temos com a criança, a falta de tantas culpas de falta de tempo, falta de tantas coisas... Acredito muito que grande parte da boa educação da Camila hoje, se deve ao fato de ter sido criada e educada em casa e não com estranhos.
Ela é uma menina muito segura e conforme cresce, vejo traços de uma personalidade forte e muito, muito diferente de algumas crianças e explico facilmente, ela não tem o instinto de 'copiar', sabe, as crianças no maternal são ensinadas em grupo, elas formam fila, elas cantam, dançam, desenham, se desenvolvem em grupo e nem todas escolas (ou quase nenhuma), dedicam tempo para explorar o conteúdo do indivíduo, crianças em idade escolar antes dos 4 anos, tendem a copiar o comportamento dos outros, sejam eles bons ou ruins, pois é assim que se aprende na escola, com modelos prontos de certo e errado e não vivenciando isso no dia dia. Claro que não é uma crítica às mães que deixam os filhos na escola, mas é um comparativo, criança em casa até os 4 anos, não esta perdendo nada, sequer esta deixando de conviver, pois de quem a criança mais precisa em seus primeiros anos ? Dos pais. É com eles que irão aprender a viver em sociedade, a primeira sociedade deles é a família, é aqui em casa que se aprende o certo e o errado, o bom e o ruim. Essa primeira fase da vida com os pais proporciona muita segurança aos pequenos, de serem quem são, sem precisar copiar os amiguinhos, sem precisar ser a mais querida da classe para obter atenção, em casa eles são simplesmente eles mesmos. Além de não precisarem passar pelo trauma da separação, passarem horas a fio chorando, como é o caso de diversas crianças.
A Camila vive com dois irmãos, o Thomas de 6 anos e o Guilherme(meio irmão) de 12 anos, ela consegue viver em harmonia com seu mundo rosa paralelo, nem por isso ela deixa de gostar dos 'bang bangs' de meninos, ela tem os dois mundos, inteirinhos para explorar, tem uma criatividade enorme para contar estórias, inventar amigos imaginários, conversa sobre tudo, pergunta sobre tudo.
Diversos autores defendem que as crianças até os 4 anos não deveriam ir para a escola, porém eu acho que isso depende muito da realidade de cada família e do instinto de cada mãe, há aquelas que não querem abandonar suas carreiras para ser 'apenas' mãe e há as que, como eu, só querem isso. Eu não vejo porque temer a escolha, pois uma mãe feliz e satisfeita com sua decisão será uma mãe maravilhosa em qualquer das hipóteses, mas uma mãe infeliz é um perigo!
Seja lá qual for a opção, ela deve ser de pé no chão, notando que em ambas realidades não será fácil, porque a maternidade não é fácil, ela é um longo caminho de aprendizado, onde nunca saberemos tudo e estaremos quase sempre sem saber nada. A maternidade é feita de experiências, vivências e não de teorias. Nada melhor do que a prática para provar as teorias e o dia dia é bem mais difícil do que se pode imaginar, pois não há nenhum dia igual ao outro.
A mudança !
Quando uma nova fase se inicia em sua vida, há milhares de expectativas e é claro, nem 50% delas são reais, grande parte é fruto de experiências de leitura e de filmes!
A vida a dois não é um grande mar cor de rosa, tampouco é ruim, mas há muitos ajustes a serem feitos nos primeiros anos, até que tudo ande direitinho e um conheça bem o outro, muita coisa acontece, mas o importante é que, acontecem coisas maravilhosas também e depois de 6 meses de casada, eu descobri que estava grávida!
A cidade nova foi difícil pra mim, eu fui daquelas crianças que nunca mudaram de casa, estudei 8 anos na mesma escola, morei na mesma casa até os 27 anos.
Não sou o tipo que tem dificuldades de se misturar ou de fazer amizades, mas não sei, acho que foi o 'calor', não me entrosei, sequer me adaptei.
Vamos pular toda essa parte porque nem sei o que dizer sobre esses anos, foram dois, mas parece que foram muito mais. Marcaram uma coisa fantástica, minha gravidez, então, vamos pular esse tópico logo para falar da Camila!
O primo'gênito' !
Primogênito, de primus, “primeiro, o que veio antes de todos”, mais genitus, “nascido, gerado”.
Meu filho Thomas é uma gracinha, ele tem 6 anos e nasceu em 12 de janeiro de 2006. Ele sempre foi agitado, sabe aquelas crianças que não conseguem ver tv sentadas ? Aquelas que viram de cabeça para baixo? Então...
O Thomas tem hoje, uma criatividade muito grande, ele gosta demais de Star Wars, é seu filme, jogo, desenho preferido, ele nunca entendeu direito a estória, mas até ai, nem eu !
Ele gosta de filmes de ação, já viu uma criança chorar porque quer ver 007 ??? Ele é bem moleque mesmo e agora esta na fase de alfabetização, ele não é o melhor da classe, tampouco já lê e escreve perfeitamente, não sou daquelas mães que sonham em ter filhos gênios, quero ter filhos 'que pensam' e os meus pensam, e muito!
Quando ele era bebê, demorou pra andar, andou com mais de um ano, todos me falavam que havia algo de errado, pois quando se trata de bebês, a corrida do "meu filho é melhor" chega ser ridícula! Nunca coloquei em andador, deixava engatinhar, se arrastar, pra mim, cada coisa tem sua hora e, quando finalmente a hora dele andar chegou, eu ri muito das outras mães que achavam maravilhoso isso acontecer aos 8 meses, que maravilha é ter uma miniatura de gente correndo, batendo nas quinas, puxando coisas da mesa, abrindo gavetas, portas, caindo, enfim ... pra que a pressa ??
Ele foi, desde os 4 meses para o berçário, na época eu trabalhava fora, então ele entrava as 8h da manhã e saia as 18h, resumindo, eu mal trocava meu próprio filho, isso foi muito triste, sinceramente. Tirando a parte das dificuldades que enfrentamos, dias de chuva e frio que pegávamos ônibus lotado, dias e mais dias que fomos como sardinhas em lata, a única coisa triste mesmo foi ter perdido os primeiros grandes momentos.
Quando o Thomas nasceu, eu era muito despreparada, não foi nada planejado, foi algo que aconteceu, claro que agradeço à Deus mesmo assim, pra mim mesmo sendo tudo uma surpresa, ser mãe era algo que, eu esperei a vida inteira! Durante a gravidez eu não pensei em coisas como; parto, amamentação, desenvolvimento, educação. Eu pensei em comprar coisas fofas pra ele vestir ! rsrs... E, não via a hora de dar 'danoninho', 'mamadeira', 'chupeta', 'papinhas da nestlê'... Acho que toda mãe iniciante, sem preparo algo pensa assim tb; ' que gracinha bebê de chupeta!'.
Bom, ele nunca chupou chupeta, dava ânsia !!!! Mas sim, ele tomou mamadeira, o Nan chegou em casa na primeira semana. Quando cheguei com ele da maternidade e olhei pra minha mãe e perguntei; " E agora, o que eu faço com esse bebê?" e minha mãe sabiamente me respondeu;" É só não deixar cair no chão!" (engraçadinha!) Quando falei do Danone para a pediatra ela quase surtou (como assim?? Na propaganda diz que é ótimo!), não pode! Mas eu dei papinhas da Nestlê algumas vezes, aqueles potinhos são tão lindos e práticos né ?
hum.... banhos, demorei uns 20 dias pra dar banho no meu filho, que coisa mole, meu Deus, parece que vai quebrar !!!! e vestir ?? Que medo de enfiar mangas naqueles bracinhos frágeis! Minha mãe fez isso no primeiro mês ! rs... Essa coisa de sair leite do peito, de ter uma boquinha de tartaruga mordendo seu bico e sugando ferozmente... gente, o que é aquilo ?? Eu chorava, berrava de um lado e ele de outro, com 7 dias ele estava em paz e eu também, comprei o NAN e dei !
Conforme ele foi crescendo, foi tendo tudo que vocês possam imaginar, gripes, princípio de pneumonia, febres altíssimas, virose, uma doença de nome horrível; "Exantema Súbito". Até que, com 1 aninho, ele veio com catapora. Berçários são a forma mais rápida do seu filho pegar todos os tipos de doenças infantis que existe.
Enfim, quando ele chegou na fase da teimosia, eu bati na bunda, eu gritei, não é assim que se educa os filhos ??? Eu fui educada assim... e não morri, nem fui traumatizada ! Eu simplesmente fui pega de surpresa em cada momento, cada dificuldade de ser mãe, trabalhar o dia todo, aguentar toda a pressão do trabalho e ainda ter um filho em fase de desenvolvimento, descoberta... minha nossa, como isso cansa e quando estamos cansados e sem dormir, o que fazemos ?? Gritamos como antas histéricas!
Quando meu filho fez 2 anos, eu casei de novo, mudei de cidade, de ar, de tudo... e uma nova era começou na minha vida! Que é claro, merece um tópico exclusivo!
Meu filho Thomas é uma gracinha, ele tem 6 anos e nasceu em 12 de janeiro de 2006. Ele sempre foi agitado, sabe aquelas crianças que não conseguem ver tv sentadas ? Aquelas que viram de cabeça para baixo? Então...
O Thomas tem hoje, uma criatividade muito grande, ele gosta demais de Star Wars, é seu filme, jogo, desenho preferido, ele nunca entendeu direito a estória, mas até ai, nem eu !
Ele gosta de filmes de ação, já viu uma criança chorar porque quer ver 007 ??? Ele é bem moleque mesmo e agora esta na fase de alfabetização, ele não é o melhor da classe, tampouco já lê e escreve perfeitamente, não sou daquelas mães que sonham em ter filhos gênios, quero ter filhos 'que pensam' e os meus pensam, e muito!
Quando ele era bebê, demorou pra andar, andou com mais de um ano, todos me falavam que havia algo de errado, pois quando se trata de bebês, a corrida do "meu filho é melhor" chega ser ridícula! Nunca coloquei em andador, deixava engatinhar, se arrastar, pra mim, cada coisa tem sua hora e, quando finalmente a hora dele andar chegou, eu ri muito das outras mães que achavam maravilhoso isso acontecer aos 8 meses, que maravilha é ter uma miniatura de gente correndo, batendo nas quinas, puxando coisas da mesa, abrindo gavetas, portas, caindo, enfim ... pra que a pressa ??
Ele foi, desde os 4 meses para o berçário, na época eu trabalhava fora, então ele entrava as 8h da manhã e saia as 18h, resumindo, eu mal trocava meu próprio filho, isso foi muito triste, sinceramente. Tirando a parte das dificuldades que enfrentamos, dias de chuva e frio que pegávamos ônibus lotado, dias e mais dias que fomos como sardinhas em lata, a única coisa triste mesmo foi ter perdido os primeiros grandes momentos.
Quando o Thomas nasceu, eu era muito despreparada, não foi nada planejado, foi algo que aconteceu, claro que agradeço à Deus mesmo assim, pra mim mesmo sendo tudo uma surpresa, ser mãe era algo que, eu esperei a vida inteira! Durante a gravidez eu não pensei em coisas como; parto, amamentação, desenvolvimento, educação. Eu pensei em comprar coisas fofas pra ele vestir ! rsrs... E, não via a hora de dar 'danoninho', 'mamadeira', 'chupeta', 'papinhas da nestlê'... Acho que toda mãe iniciante, sem preparo algo pensa assim tb; ' que gracinha bebê de chupeta!'.
Bom, ele nunca chupou chupeta, dava ânsia !!!! Mas sim, ele tomou mamadeira, o Nan chegou em casa na primeira semana. Quando cheguei com ele da maternidade e olhei pra minha mãe e perguntei; " E agora, o que eu faço com esse bebê?" e minha mãe sabiamente me respondeu;" É só não deixar cair no chão!" (engraçadinha!) Quando falei do Danone para a pediatra ela quase surtou (como assim?? Na propaganda diz que é ótimo!), não pode! Mas eu dei papinhas da Nestlê algumas vezes, aqueles potinhos são tão lindos e práticos né ?
hum.... banhos, demorei uns 20 dias pra dar banho no meu filho, que coisa mole, meu Deus, parece que vai quebrar !!!! e vestir ?? Que medo de enfiar mangas naqueles bracinhos frágeis! Minha mãe fez isso no primeiro mês ! rs... Essa coisa de sair leite do peito, de ter uma boquinha de tartaruga mordendo seu bico e sugando ferozmente... gente, o que é aquilo ?? Eu chorava, berrava de um lado e ele de outro, com 7 dias ele estava em paz e eu também, comprei o NAN e dei !
Conforme ele foi crescendo, foi tendo tudo que vocês possam imaginar, gripes, princípio de pneumonia, febres altíssimas, virose, uma doença de nome horrível; "Exantema Súbito". Até que, com 1 aninho, ele veio com catapora. Berçários são a forma mais rápida do seu filho pegar todos os tipos de doenças infantis que existe.
Enfim, quando ele chegou na fase da teimosia, eu bati na bunda, eu gritei, não é assim que se educa os filhos ??? Eu fui educada assim... e não morri, nem fui traumatizada ! Eu simplesmente fui pega de surpresa em cada momento, cada dificuldade de ser mãe, trabalhar o dia todo, aguentar toda a pressão do trabalho e ainda ter um filho em fase de desenvolvimento, descoberta... minha nossa, como isso cansa e quando estamos cansados e sem dormir, o que fazemos ?? Gritamos como antas histéricas!
Quando meu filho fez 2 anos, eu casei de novo, mudei de cidade, de ar, de tudo... e uma nova era começou na minha vida! Que é claro, merece um tópico exclusivo!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
O caminho
Um breve relato de quem eu fui, para me tornar quem eu sou.
Sinceramente, quem não fez 'merda' na vida que atire a primeira pedra vai ... Vivi minha adolescência como uma verdadeira freira, o máximo que eu fiz aos 15 anos foi me pintar de verde e amarelo para o impeachment do Collor!
Sinceramente, quem não fez 'merda' na vida que atire a primeira pedra vai ... Vivi minha adolescência como uma verdadeira freira, o máximo que eu fiz aos 15 anos foi me pintar de verde e amarelo para o impeachment do Collor!
Como eu disse anteriormente, eu sempre li muito, eu gostava dessa coisa vermelha do comunismo, do PT, do Lula Lá, brilha uma estrela... E atormentei meus pais, que achavam que o Lula ia acabar com a liberdade religiosa do Brasil, que seria o apocalipse ... eu tentei de todas as formas convence-los a votar no Lula. (me matem!)
Enfim, a época do colegial (ensino médio), eu despiroquei ... Calma, eu mudei várias vezes de escola, porque não me encontrava em lugar algum, cada hora eu tinha uma ideia diferente, mas a única ideia fixa na minha cabeça era: casar e ter filhos! Então minha vida sempre mudou de rumo conforme as paixões!
Eu conheci pessoas maravilhosas nessa época, amizades que duram até hoje, porque foram vínculos muito especiais mesmo. Gente que gostava de mim por eu ser nada mais nada menos que a " Demi ", não porque eu lhes proporcionava algo (não que eu proporcione hoje!).
A história da minha vida é muito fantástica e cercada de grandes acontecimentos, mas todos eles fazem sentindo somente pra mim, porque sou de ver sentido até pra que lado as folhas caem... portanto não cabe dizer muita coisa!
Fui uma adolescente boazinha, não me droguei, fumei um bocadinho de cigarro, mas nem prestei pra me viciar, menti umas vezes para os meu pais... (but...) E nunca, nunca gostei de álcool!!! Mas mesmo assim eu bebi umas duas vezes até me embebedar, duas cervejas faziam isso muito bem e fazem até hoje se eu beber!
Sempre fui louca por cachorros, gatos, passarinhos e afins que coubessem dentro de casa e como a preferência, ou seja, o mais aceitável pelos meus pais eram cachorros, eu nunca tive um só! Eu via na rua e trazia pra casa, sabe! rs... (minha mãe diz que a minha filha vai fazer isso pra eu pagar meus pecados!rsrs).
Eu prefiro dizer que sempre fui a mesma pessoa, com a diferença de que, em algumas partes da vida, eu tinha vivido só uma parte dela!!!
Sempre quis ser veterinária, mas infelizmente isso é pra quem pode ou pra quem tinha mais foco do que eu, não culpo a falta de dinheiro dos meus pais, porque se eu realmente me empenhasse, tenho certeza que eu teria sido a melhor aluna da faculdade pública de medicina veterinária, mas como eu já disse - minhas ambições, sempre foram tão modestas. Eu só queria uma família.
Terminei o colégio, parei um ano e fiz faculdade, não aguentei trabalhar e estudar, ops.. não aguentei pagar a faculdade, de que ??? De Ciências Biológicas, afinal, era irmã da med. veterinárias e mais acessível !
Então tentei a segunda vez... anos depois... e...
Então chegou o Thomas! Que é claro, merece um tópico só pra ele, um só não, vários...
A Origem
Tudo começou com a minha vó, D. Pilar, ela era de uma família de colonos espanhóis, mas nasceu aqui em terras tupiniquins, ela conheceu meu avô e talvez aos 16 anos se casaram, tiveram 8 filhos, 7 vivos, que formaram famílias e uma delas, a mais pititica, cute cute, era a minha mãe: Marina. Minha mãe se casou, meu avô já havia falecido, minha vó já vivia sozinha cuidando de um dos filhos doente mental, então minha mãe se casou e foi morar no mesmo quintal que a minha vó, coisas de 'caçula'.
Minha mãe teve duas meninas, eu e a minha irmã Evelise, com a diferença de 4 anos entre as duas, pois a primeira gravidez dela foi muito complicada, minha mãe fez uma cesárea difícil com pré-eclâmpsia, apagou geral e depois de muitas horas conseguiu ver minha irmã. Logo depois da alta, nas primeiras semanas de vida, minha irmã teve uma infecção intestinal e desfaleceu em diarreia, imaginem o tamanho do trauma dessa mãe ? Então depois que minha irmã se recuperou, ela passou muito tempo assustada, porque ela quase veio a óbito. Após 4 anos, eu 'escapei', não fui programada como a primeira, sequer esperada... mas vim mesmo assim, porque sou incherida mesmo! Ao contrário de tudo que minha mãe havia passado, fui uma outra cesariana, mas que correu tudo bem, fui um bebê 'bonzinho', não fiquei doente, aliás, tirando uma gripinha ou um resfriadinho na infância, eu fui ter, catapora, aos 20 anos de idade!
Fomos criadas de forma muito usual para a época, mas com um agravante, nossos pais, ambos, eram de uma igreja evangélica cuja doutrina era muito severa. Portanto, não fui exatamente um modelo de criança 'normal' dos anos 80 !
A falta de certas coisas como TV a vontade, cinema, teatro, nos motivava a procurar saber as coisas através da leitura e foi então que ambas lemos muito, tanto eu, quanto minha irmã. (oh! ficamos cultas! Santa doutrina maluca!).
Crescemos nesse ritmo de anos 80, educadas em escola pública, boas alunas, boas filhas (por mais que nossos pais nunca achassem isso na época, mas isso só descobri por que há 6 anos atrás quando fui mãe pela primeira vez!).
Então, nunca tive a intenção de ser nada mais, nada menos do que sou hoje! Digamos que, fiz algumas mudanças ao longo do tempo, mas não diria que eu tinha um sonho muito diferente desse, pelo contrário, por algum motivo mórbido, eu achava que não passaria dos 20 anos (a catapora me assustou heimn, achei que era minha 'auto-profecia' se realizando). Mas, ao contrário da minha própria expectativa de vida, estou aqui até hoje e já tenho meus descendentes, outra coisa que eu jamais achei que teria, filhos. Mas, esse assunto de filhos, fica pro próximo bloco.
Minha mãe teve duas meninas, eu e a minha irmã Evelise, com a diferença de 4 anos entre as duas, pois a primeira gravidez dela foi muito complicada, minha mãe fez uma cesárea difícil com pré-eclâmpsia, apagou geral e depois de muitas horas conseguiu ver minha irmã. Logo depois da alta, nas primeiras semanas de vida, minha irmã teve uma infecção intestinal e desfaleceu em diarreia, imaginem o tamanho do trauma dessa mãe ? Então depois que minha irmã se recuperou, ela passou muito tempo assustada, porque ela quase veio a óbito. Após 4 anos, eu 'escapei', não fui programada como a primeira, sequer esperada... mas vim mesmo assim, porque sou incherida mesmo! Ao contrário de tudo que minha mãe havia passado, fui uma outra cesariana, mas que correu tudo bem, fui um bebê 'bonzinho', não fiquei doente, aliás, tirando uma gripinha ou um resfriadinho na infância, eu fui ter, catapora, aos 20 anos de idade!
Fomos criadas de forma muito usual para a época, mas com um agravante, nossos pais, ambos, eram de uma igreja evangélica cuja doutrina era muito severa. Portanto, não fui exatamente um modelo de criança 'normal' dos anos 80 !
A falta de certas coisas como TV a vontade, cinema, teatro, nos motivava a procurar saber as coisas através da leitura e foi então que ambas lemos muito, tanto eu, quanto minha irmã. (oh! ficamos cultas! Santa doutrina maluca!).
Crescemos nesse ritmo de anos 80, educadas em escola pública, boas alunas, boas filhas (por mais que nossos pais nunca achassem isso na época, mas isso só descobri por que há 6 anos atrás quando fui mãe pela primeira vez!).
Então, nunca tive a intenção de ser nada mais, nada menos do que sou hoje! Digamos que, fiz algumas mudanças ao longo do tempo, mas não diria que eu tinha um sonho muito diferente desse, pelo contrário, por algum motivo mórbido, eu achava que não passaria dos 20 anos (a catapora me assustou heimn, achei que era minha 'auto-profecia' se realizando). Mas, ao contrário da minha própria expectativa de vida, estou aqui até hoje e já tenho meus descendentes, outra coisa que eu jamais achei que teria, filhos. Mas, esse assunto de filhos, fica pro próximo bloco.
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